terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Hospital do homem

HOSPITAL DO HOMEM, em São Paulo (SP), pode ser fechado por falta de pacientes c/ todos os tipo de consulta e GRÁTIS.
O Governo do Estado de São Paulo investiu R$ 2 milhões na compra de equipamentos de ultrassom, urologia, litotripsia (que destrói o cálculo renal através de ondas de impacto) para equipar o "Hospital do Homem". O Hospital ocupa uma área de 1,1 mil m².
A unidade reune especialidades médicas como Andrologia, Patologias da Próstata e Urologia, além dos núcleos de alta resultabilidade (check-up) e de ensino e pesquisa.
O Departamento de Patologias da Próstata é dividido em dois setores: diagnóstico e tratamento das DST, prostatites (infecções da próstata causadas por bactérias e vírus) e prevenção do HIV e HPV; e tumores (câncer e hiperplasia benigna da próstata).
Já na área de Urologia, o Centro conta com profissionais de Nefrologia (hipertensão renovascular e transplante renal), Endocrinologia, Neurologia (disfunções da vesícula, uretrais e incontinência urinária) e urologias geriátrica e plástica.

Hospital do Homem
AV. BRIGADEIRO LUIS ANTONIO, 2.651.
JARDIM PAULISTA
São Paulo/SP
Telefones: (11) 3289-2421
FAX: (11) 3284-8650
AJUDE A DIVULGAR, MESMO QUE VOCÊ NÃO RESIDA NA CAPITAL POIS É PÚBLICO E, POR
DESCONHECER OS SERVIÇOS, O USO TEM SIDO PEQUENO.
NÃO JUSTIFICANDO O INVESTIMENTO, O HOSPITAL PODE SER
FECHADO.

Colegas divulguem o Hospital do Homem!.

#NãoToFalando

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Como é feito doação de sangue (Plaquetas)

Doação (Sangue e Plaquetas)

Conhecer melhor.

Passo 1

Neste momento, você informa seu endereço, telefone, e-mail, e profissão. Durante todo o processo, tenha em mãos o seu documento de identificação.

Passo 2

Pré triagem

Neste momento, vamos verificar seu peso, estatura e sinais vitais: pressão arterial, frequência cardíaca e temperatura.

Passo 3

Triagem

Em uma conversa, vamos entender melhor o seu estilo de vida e os seus hábitos cotidianos. Essa é uma etapa importante para você para quem receberá o seu sangue. Todas as informações são protegidas sigilosamente.

Passo 4

Sala de coleta

Chegou a hora da doação. Fique tranquilo: essa etapa levará apenas de 6 a 10 minutos. (Para doação de plaquetas o tempo é maior, de acordo com a quantidade de plaquetas do paciente).

Passo 5

Lanche

Essa etapa é muito importante para a sua saúde e segurança. Quando você se alimenta, seu corpo inicia o processo de reposição do sangue doado.

Depois da doação

Beber bastante líquido, evitar fumar durante uma hora, não ingerir bebida alcoólicas nas próximas 12 horas, manter o curativo por, no mínimo, 4 horas, se sentir um mal-estar enquanto estiver dirigindo, pare o veículo imediatamente, em casos de sintomas de infecção, como febre ou diarreia até 7 dias após a doação, entre em contato com o local de doação.

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Posse presidencial

#PraCaComEsseNegocio

Repórteres não puderam circular livremente em cerimônia. Equipes estrangeiras protestaram e jornalistas relataram que veículos alinhados com Bolsonaro receberam privilégios.

A posse de Jair Bolsonaro nesta terça-feira (01/01) parece ter sido uma indicação de como deve ser conflituosa a relação entre a grande imprensa – tanto a brasileira quanto a estrangeira – e o novo governo. Pela primeira vez em uma posse desde a redemocratização, jornalistas sofreram severas limitações para realizar a cobertura da cerimônia.

Mais de mil jornalistas se deslocaram para cobrir o evento, entre eles mais de 150 profissionais estrangeiros.

Ao longo do dia, a circulação de profissionais foi restrita a um único local. Desta vez, a organização distribuiu credenciais aos jornalistas seguindo uma rígida divisão de setores onde iriam ocorrer diferentes etapas da posse. Jornalistas que receberam credenciais para assistir ao juramento no Congresso, por exemplo, não puderam ir ao Palácio do Planalto ou ao Itamaraty. Em cerimônias anteriores, a circulação dos jornalistas foi livre entre os prédios.

Vários profissionais também se queixaram do cronograma imposto à imprensa. Os profissionais credenciados tiveram que se dirigir ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), quase oito horas antes do início da posse. De lá, ônibus transportaram os jornalistas para diferentes locais da posse de acordo com a credencial concedida.
Assuntos relacionados
Liberdade de imprensa
Repórteres sem Fronteira
Jair Bolsonaro

Membros da assessoria do Planalto também advertiram que os jornalistas não deveriam fazer movimentos bruscos, afirmando que qualquer movimento suspeito poderia levar um atirador de elite e a abater o "alvo”. Os profissionais ainda foram impedidos de levar água e alguns tipos de alimento, como frutas inteiras.

Segundo uma jornalista da Folha de S.Paulo, a organização justificou a proibição alegando que as frutas poderiam ser arremessadas. Já a revista Piauí relatou que alguns profissionais tiveram que morder suas frutas para provar que não estavam "envenenadas”. A revista também informou que repórteres fotográficos com credenciais para o Congresso foram obrigados pela polícia do Senado a fazer suas refeições em banheiros.

O cerimonial também proibiu que garrafas d'água fossem levadas. Inicialmente, a organização informou que todos os locais teriam água disponível, mas vários jornalistas que esperaram longas horas relataram no Twitter que esse não foi o caso em todos os prédios e espaços.

Jornalistas credenciados para o Itamaraty - onde estava previsto um coquetel com líderes estrangeiros, no final do dia - ficaram confinados por horas em uma sala sem janelas e sem poder acompanhar o restante da posse. O evento no Itamaraty estava previsto para começar apenas às 19h, doze horas após a convocação no CCBB. A organização também determinou que, quando o evento no local finalmente tivesse início, os jornalistas ficassem em um espaço separado, sem poder entrevistar os convidados.

Segundo o jornal Correio Braziliense, uma equipe da emissora francesa France 24 se queixou do cronograma e das condições impostas, que impediam que fossem feitas imagens da população na Esplanada. Os franceses acabaram deixando o local. Em seguida, o mesmo foi feito por um jornalista argentino  da agência chinesa Xinguan.

Em outros prédios, jornalistas também se queixaram das condições. No Congresso, segundo o jornal Folha de S.Paulo, os jornalistas que tiveram que aguardar sete horas no local não contaram com cadeiras. Dezenas tiveram que se sentar no chão. Alguns correspondentes estrangeiros acabaram deixando o local. Outros jornalistas se queixaram de não ter acesso à água e que as idas ao banheiro eram restritas. O comitê de imprensa também permaneceu fechado por ordem da organização.

No Palácio do Planalto, jornalistas credenciados para o local foram impedidos de interagir com membros do novo e do velho governo.

"Cubro posse desde o general João Figueiredo. Nunca houve nada tão restritivo. Naquela época, eu era uma jovem jornalista e tive acesso a vários pontos da cerimônia, circulei, fui convidada para o jantar de gala porque era responsável pela cobertura do Itamaraty. Lá pude falar com os novos ministros”, escreveu Miriam Leitão, colunista do jornal O Globo. Ela também disse que o uso de regras de segurança para impor tais restrições aos jornalistas "é um perigoso precedente”.

Dias antes da posse, a distribuição de credenciais para as centenas de jornalistas que apresentaram pedidos já havia causado problemas para os jornalistas. A rede francesa France 24 – que foi mandada para a sala sem janelas no Itamaraty – havia solicitado originalmente um credencial para a Praça dos Três Poderes. O jornal El País também relatou que recebeu credenciais para locais diferentes daqueles que haviam sido solicitados.

Paralelamente, houve relatos de que jornalistas militantes de veículos e grupos pró-Bolsonaro tiveram tratamento privilegiado durante a posse, conseguindo acesso a locais que foram negados para jornalistas de veículos tradicionais. Segundo um jornalista do Correio Braziliense, os simpatizantes de Bolsonaro exibiam um pin na roupa que permitia livre acesso. O El País também informou que jornalistas alinhados com o novo governo receberam credenciais "VIP”.

Um desses veículos pró-Bolsonaro chegou até mesmo explicitar orgulhasamente em mensagem publicada no final de dezembro no Twitter que “algumas mídias” tiveram “livre acesso” em todos os locais. Ao longo do dia, militantes do mesmo veículo pró-governo publicaram um vídeo negando que  a imprensa  estava sofrendo restrições, apesar das dezenas de relatos e das várias reportagens que comprovavam os problemas.

Alguns jornalistas credenciados para atuar em espaços abertos, como a Praça dos Três Poderes, também sofreram com a hostilidade de apoiadores de Bolsonaro que foram acompanhar a posse. Vários jornalistas foram chamados de "comunistas” e alvos de ofensas. Os apoiadores também gritaram palavras de apoio à Rede Record, a emissora do bispo Edir Macedo, que apoiou ativamente o novo presidente abertamente durante a campanha eleitoral.

As limitações ao trabalho da imprensa foram alvos de protesto do Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal (SJPDF) e da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).

"Um governo que restringe o trabalho da imprensa ignora a obrigação constitucional de ser transparente. Os  brasileiros receberão menos informações sobre a posse presidencial por causa das limitações impostas à circulação de jornalistas em Brasília”, declarou a Abraji no Twitter.

Antes da posse, o SJPDF já havia se queixado das condições impostas aos jornalistas. O sindicato havia frisado que não é novidade que a cerimónia de posse ocorra, em diferentes momentos, em diferentes pontos da Esplanada dos Ministérios e na Praça dos Três Poderes, mas, "pela primeira vez, os jornalistas credenciados não poderão transitar entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional, num ato claro que limita a livre atuação da imprensa".

Posse presidencial

#PraCaComEsseNegocio

Repórteres não puderam circular livremente em cerimônia. Equipes estrangeiras protestaram e jornalistas relataram que veículos alinhados com Bolsonaro receberam privilégios.

A posse de Jair Bolsonaro nesta terça-feira (01/01) parece ter sido uma indicação de como deve ser conflituosa a relação entre a grande imprensa – tanto a brasileira quanto a estrangeira – e o novo governo. Pela primeira vez em uma posse desde a redemocratização, jornalistas sofreram severas limitações para realizar a cobertura da cerimônia.

Mais de mil jornalistas se deslocaram para cobrir o evento, entre eles mais de 150 profissionais estrangeiros.

Ao longo do dia, a circulação de profissionais foi restrita a um único local. Desta vez, a organização distribuiu credenciais aos jornalistas seguindo uma rígida divisão de setores onde iriam ocorrer diferentes etapas da posse. Jornalistas que receberam credenciais para assistir ao juramento no Congresso, por exemplo, não puderam ir ao Palácio do Planalto ou ao Itamaraty. Em cerimônias anteriores, a circulação dos jornalistas foi livre entre os prédios.

Vários profissionais também se queixaram do cronograma imposto à imprensa. Os profissionais credenciados tiveram que se dirigir ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), quase oito horas antes do início da posse. De lá, ônibus transportaram os jornalistas para diferentes locais da posse de acordo com a credencial concedida.
Assuntos relacionados
Liberdade de imprensa
Repórteres sem Fronteira
Jair Bolsonaro

Membros da assessoria do Planalto também advertiram que os jornalistas não deveriam fazer movimentos bruscos, afirmando que qualquer movimento suspeito poderia levar um atirador de elite e a abater o "alvo”. Os profissionais ainda foram impedidos de levar água e alguns tipos de alimento, como frutas inteiras.

Segundo uma jornalista da Folha de S.Paulo, a organização justificou a proibição alegando que as frutas poderiam ser arremessadas. Já a revista Piauí relatou que alguns profissionais tiveram que morder suas frutas para provar que não estavam "envenenadas”. A revista também informou que repórteres fotográficos com credenciais para o Congresso foram obrigados pela polícia do Senado a fazer suas refeições em banheiros.

O cerimonial também proibiu que garrafas d'água fossem levadas. Inicialmente, a organização informou que todos os locais teriam água disponível, mas vários jornalistas que esperaram longas horas relataram no Twitter que esse não foi o caso em todos os prédios e espaços.

Jornalistas credenciados para o Itamaraty - onde estava previsto um coquetel com líderes estrangeiros, no final do dia - ficaram confinados por horas em uma sala sem janelas e sem poder acompanhar o restante da posse. O evento no Itamaraty estava previsto para começar apenas às 19h, doze horas após a convocação no CCBB. A organização também determinou que, quando o evento no local finalmente tivesse início, os jornalistas ficassem em um espaço separado, sem poder entrevistar os convidados.

Segundo o jornal Correio Braziliense, uma equipe da emissora francesa France 24 se queixou do cronograma e das condições impostas, que impediam que fossem feitas imagens da população na Esplanada. Os franceses acabaram deixando o local. Em seguida, o mesmo foi feito por um jornalista argentino  da agência chinesa Xinguan.

Em outros prédios, jornalistas também se queixaram das condições. No Congresso, segundo o jornal Folha de S.Paulo, os jornalistas que tiveram que aguardar sete horas no local não contaram com cadeiras. Dezenas tiveram que se sentar no chão. Alguns correspondentes estrangeiros acabaram deixando o local. Outros jornalistas se queixaram de não ter acesso à água e que as idas ao banheiro eram restritas. O comitê de imprensa também permaneceu fechado por ordem da organização.

No Palácio do Planalto, jornalistas credenciados para o local foram impedidos de interagir com membros do novo e do velho governo.

"Cubro posse desde o general João Figueiredo. Nunca houve nada tão restritivo. Naquela época, eu era uma jovem jornalista e tive acesso a vários pontos da cerimônia, circulei, fui convidada para o jantar de gala porque era responsável pela cobertura do Itamaraty. Lá pude falar com os novos ministros”, escreveu Miriam Leitão, colunista do jornal O Globo. Ela também disse que o uso de regras de segurança para impor tais restrições aos jornalistas "é um perigoso precedente”.

Dias antes da posse, a distribuição de credenciais para as centenas de jornalistas que apresentaram pedidos já havia causado problemas para os jornalistas. A rede francesa France 24 – que foi mandada para a sala sem janelas no Itamaraty – havia solicitado originalmente um credencial para a Praça dos Três Poderes. O jornal El País também relatou que recebeu credenciais para locais diferentes daqueles que haviam sido solicitados.

Paralelamente, houve relatos de que jornalistas militantes de veículos e grupos pró-Bolsonaro tiveram tratamento privilegiado durante a posse, conseguindo acesso a locais que foram negados para jornalistas de veículos tradicionais. Segundo um jornalista do Correio Braziliense, os simpatizantes de Bolsonaro exibiam um pin na roupa que permitia livre acesso. O El País também informou que jornalistas alinhados com o novo governo receberam credenciais "VIP”.

Um desses veículos pró-Bolsonaro chegou até mesmo explicitar orgulhasamente em mensagem publicada no final de dezembro no Twitter que “algumas mídias” tiveram “livre acesso” em todos os locais. Ao longo do dia, militantes do mesmo veículo pró-governo publicaram um vídeo negando que  a imprensa  estava sofrendo restrições, apesar das dezenas de relatos e das várias reportagens que comprovavam os problemas.

Alguns jornalistas credenciados para atuar em espaços abertos, como a Praça dos Três Poderes, também sofreram com a hostilidade de apoiadores de Bolsonaro que foram acompanhar a posse. Vários jornalistas foram chamados de "comunistas” e alvos de ofensas. Os apoiadores também gritaram palavras de apoio à Rede Record, a emissora do bispo Edir Macedo, que apoiou ativamente o novo presidente abertamente durante a campanha eleitoral.

As limitações ao trabalho da imprensa foram alvos de protesto do Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal (SJPDF) e da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).

"Um governo que restringe o trabalho da imprensa ignora a obrigação constitucional de ser transparente. Os  brasileiros receberão menos informações sobre a posse presidencial por causa das limitações impostas à circulação de jornalistas em Brasília”, declarou a Abraji no Twitter.

Antes da posse, o SJPDF já havia se queixado das condições impostas aos jornalistas. O sindicato havia frisado que não é novidade que a cerimónia de posse ocorra, em diferentes momentos, em diferentes pontos da Esplanada dos Ministérios e na Praça dos Três Poderes, mas, "pela primeira vez, os jornalistas credenciados não poderão transitar entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional, num ato claro que limita a livre atuação da imprensa".

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Autismo


Estão vendo essa mãozinha aí na foto? Bom esse garotinho entrou no ônibus com a mãe, gentilmente ele me disse "moça eu posso sentar aqui?" E eu respondi "claro, fica a vontade", então a mãe dele se sentou e colocou ele no colo. Passando um tempo esse garotinho viu algo lá fora que chamou a atenção dele, eram heróis desenhado na parede, então a mãe dele disse que ele era o homem aranha e ele falou  "não mamãe eu sou o hulk pq eu sou forte, né moça?" E virou falando pra mim e logo a mãe dele lhe repreendeu dizendo "Filho vc não pode incomodar a moça desse jeito" e eu falei "não é incômodo nenhum, seu filho é um fofo" ela disse com uma tristeza no olhar "Moça meu filho é autista, infelizmente eu tenho que corrigir, pq nem todas as pessoas agem de forma doce com ele" aquilo me cortou o coração, mas eu me calei e virei pra janela. Então o garotinho tocou em mim de novo e falou "Muito obg" e eu falei "Obg? Pelo oq?" Ele falou "Não e todo mundo que deixa eu ficar perto e me manda ficar a vontade" mas uma vez meu coração ficou em pedacinhos e eu falei "Você é mto especial meu amor" então ele falou "Minha mamãe diz direto que eu sou mto especial e por isso muitas pessoas se incomodam cmg, mas vc não se incomoda não né moça?" Quase chorei gente, mas me segurei e falei "Não, pelo contrário vc alegrou mto meu dia falando cmg sabia?" Aí ele deu um sorriso, virou pra mãe dlee e disse "mamãe vc escutou oq a moça disse?" Aí a mãe dele disse "escutei Vítor, ela é um amor né?" Aí eu me virei novamente pra janela e fiquei refletindo em tudo aquilo. Então lá vai aquele garotinho e me toca novamente e fala "Feliz natal, que o papai do céu te abençoe, vc sabia que tem um papai lá no céu que abençoa a gente?" Aí eu falei "Eu sei, que ele tbm abençoe mto sua vida Vitor" então ele me deu um beijo na bochecha, um abraço e eu pude ver a felicidade no olhar da mãe dele ao ver que nem todas as pessoas são iguais!
Sinceramente o meu natal não estava tão bom, mas esse episódio salvou tudo! Que nós possamos amar aqueles que são diferentes de nós, que possamos amar nosso próximo como a nós mesmo. Uma atitude de amor pode salvar o dia de alguém, pode salvar a vida de alguém. Hoje eu entendi o verdadeiro espírito natalino❤️
Ps: Desculpa pelo textão,mas precisava compartilhar minha experiência com vcs, vale mto a pena ler
Edir1: Pra quem está pedindo meu insta é _samycris_

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Profissionalismo

Sobre responsabilidade profissional

É óbvio que irei fazer de tudo para me defender e para me colocar em posição privilegiada. É próprio do indivíduo. Mas quando se trata de grupos, corporações, instituições e ainda mais de prestação de serviços à sociedade, é obrigação a sensatez e responsabilidade.

Há um abuso de auto-defesa e auto-endeusamento que chega a ser vergonhoso. Estou me referindo à imprensa diretamente, e a professores, artistas diversos, pseudos intelectuais e ativistas indiretamente. Vivem se exaltando, exigindo a liberdade profissional (o que é justo), mas como se fossem seres intocáveis, no entanto, são incapazes de com a mesma eloquência prestarem um bom serviço, mais reclamam e se enaltecem (indevidamente) do que trabalham.

Jornalistas sem criatividade, sem conhecimento, interesse. Confundem posição crítica com ataque e soberba. Não sabem questionar, indagar, ouvir... distorcem a gosto do freguês as falas, os fatos... adubam picuinhas e ainda adubam com agrotóxicos que na pauta seguinte afirmam ser um mal da humanidade. Noticiam, comentam, cobram somente o que lhes interessa, numa enorme balança desnivelada em seus pesos e medidas.

A imprensa/mídia e seus jornalistas precisam ser avisados, despertados, se tocados que não estão numa arena competindo, e ainda competindo com a arena, estão na arena para informar que existe uma arena, para quê ela serve, em que condições existe e promove as competições e tudo que nela ocorre de interessante, de curioso, de necessário.... e não apenas o que lhe interessa. Há público, e o público é amplo e com interesses próprios diversos que a imprensa/mídias e seus "profissionais" tem dever de respeitar.

Mentem, distorcem, ocultam .... Jornalistas desçam desse Olimpo que não lhes pertence. E ainda que lhes pertencesse, perderiam suas razões de ser se nele ficassem.

Odilon Gomes

domingo, 23 de dezembro de 2018

Direita no poder 2019

FUTURO GOVERNO BOLSONARO:
#ÉdissoQueToFalando

SE ACONTECER CLARO.

BOLSONARO: RECEBEU 200 MIL DA JBS USANDO LARANJAS  PODERÁ SER INDICIADO PELA PGR.

GENERAL MOURÃO: (VICE PRESIDENTE) INVESTIGADO PELA JMU, POR TRÁFICO DE INFLUÊNCIA, FORMAÇÃO DE QUADRILHA, IMPROBIDADE FISCAL, FAVORECIMENTO ILÍCITO DE MAIS DE 200 EMPRESAS DE FACHADAS PARA O EXÉRCITO, EMPRESAS FICTÍCIA CHAMADA SERVENG, AO QUAL MOVIMENTOU MAIS DE 1 TRILHÃO EM CONTAS DE LARANJAS, NOS ÚLTIMOS 4 ANOS   E PODE SER CONDENADO PELO STM, PROCESSO EM TRÂMITE.

RICARDO SALLES: (MEIO AMBIENTE):  CONDENADO

ONIX LORENZONI: (MINISTRO CHEFE DA CASA CIVIL) INVESTIGADO POR CAIXA 2

PAULO GUEDES: INVESTIGADO POR DESVIO BILIONÁRIO NA PREVIDÊNCIA, E POR DESVIAR 220 MILHÕES DA BOLSA.

TEREZA CRISTINA: ( MINISTRA DA AGRICULTURA) INVESTIGADA POR FAVORECIMENTO DA JBS.

GENERAL HELENO: (MINISTRO DO GSI)  INVESTIGADO POR CONTRATOS IRREGULARES QUE PASSAM DE 22 MIHLÕES.

DAMARES ALVES:  (MINISTRA DA FAMÍLIA)  ACUMULA PROCESSOS E DENÚNCIAS POR DESCRIMINAÇÃO DE INDÍGENAS.

LUIZ HENRIQUE MANDETTA:  (MINISTRO DA SAÚDE)  INVESTIGADO POR FRAUDE , CAIXA 2, E TRÁFICO DE INFLUÊNCIA.

MARCOS PONTES: INVESTIGADO POR  ATIVIDADES COMERCIAIS IRREGULARES.

MARCELO ALVARO ANTONIO: ( TURISMO)  INVESTIGADO POR DÍVIDA ATIVA NO INSS E PROPRIEDADES IRREGULARES.

GENERAL FERNANDO AZEVEDO: ( MINISTRO DA DEFESA)  INVESTIGADO POR FAVORECIMENTO ILÍCITO A EMPRESAS DE FACHADAS, TRAFICO DE INFLUÊNCIA, TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS, IMPROBIDADE FISCAL, PROCESSO CORRENDO EM SEGREDO DE JUSTIÇA ( JMU )

GENERAL EDSON LEAL PUJOL: ( FUTURO COMANDANTE DO EXÉRCITO), TEM DUAS FAZENDAS NO INTERIOR DE SP, SUAS COM FABRICAÇÃO DE METANFETAMINA E COCAÍNA, INVESTIGADO POR FRAUDE, POR CRIMES DE IMPROBIDADE FISCAL, PROPRIEDADES IRREGULARES, TRÁFICO DE INFLUÊNCIA, FRAUDE NA RECEITA FEDERAL E TRÁFICO INTERNACIONAL DE CRIANÇAS E DROGAS, E DESVIDOS QUE CHEGAM ATÉ A 35 MILHÕES. PROCESSO SEGUE EM SEGREDO DE JUSTIÇA NO STM.

Esse é o governo dos sonhos dos Brasileiros, acha que é mentira???  Dá uma passadinha e faz um pente fino e pesquise no JUSBRASIL e tbm nas mídias, tá em todos os jornais internacionais sérios !!!! NÃO ACREDITA ??? FODAM-SE, MINHA PACIÊNCIA ESGOTOU COM TODOS...... DAQUI PRA FRENTE POSTAREI AS VERDADES, E ACREDITEM QUEM QUISER, DOA A QUEM DOER......... VAMOS ARREBENTAR ESSE SISTEMA "!!!!

#NãoToFalando

Cris Souza